Embaixada da Rep. dos Camarões contrata Secretária e Motorista

1 de setembro de 2014 Deixe um comentário

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Processo Seletivo Sescoop – Secretariado Executivo e mais 27 cargos

25 de agosto de 2014 Deixe um comentário

processo seletivo Sescoop

Edital, cronograma e outros no site http://www.makiyama.com.br/concursos/sescoop012014/

 

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Profissões em Pauta: Correio lança hotsite sobre mercado de trabalho

14 de agosto de 2014 Deixe um comentário

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Profissões em Pauta: Correio lança hotsite sobre mercado de trabalho

 

Projeto apresentará aos internautas e aos leitores do jornal impresso as mais novas tendências sobre carreiras e mercado de trabalho


Publicação: 13/08/2014 06:01 Atualização: 13/08/2014 12:43

Tem novidade na internet para os moradores do DF. Já está no ar o projeto “Profissões em Pauta”, criado para trazer informações diárias sobre carreira, mercado de trabalho, empreendedorismo e crescimento profissional, além de apresentar as mais novas tendências para quem busca um lugar ao sol na profissão. As notícias serão publicadas no hotsite Profissões em pauta – produzido pelo jornal em parceria com a Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) – e também em quatro suplementos especiais, que serão publicados quinzenalmente a partir do próximo sábado (16/08).

Acompanhando o novo hotsite do jornal, você ficará por dentro das últimas novidades sobre o mercado profissional e conhecerá a história de pessoas que conseguiram realizar o sonho de fazer o que amam para ganhar a vida, aqui no DF. Já os cadernos especiais trarão reportagens inéditas e exclusivas sobre quatro grandes temas:

Tendências e Caminhos
– apresentará as profissões mais quentes do momento e as últimas novidades do mercado de trabalho, como o crescimento do homeoffice (trabalho em casa) e o interesse cada vez maior dos profissionais da geração “Z” por novas carreiras, como Social Media e programador de aplicativos.

A vez dos técnicos – ter um diploma de ensino superior já não é garantia de um bom emprego, por isso a procura por cursos técnicos tem aumentado. Hoje, a Indústria absorve boa parte desses profissionais, mas existem outros segmentos interessados em contratar bons técnicos, como a saúde e as empresas de tecnologia.

Os Construtores do futuro – caderno especial sobre engenharia e tecnologia da informação, dois mercados em ebulição, com muitas oportunidades de empregos e bons salários.

Empreendedorismo na veia – fala-se muito que o emprego ideal não existe. Se isso for verdade, por que não arregaçar as mangas para criá-lo? Ter o próprio negócio é uma excelente alternativa para quem não está satisfeito com as oportunidades disponíveis no mercado. Um suplemento dedicado a desvendar tudo o que é necessário para empreender (e vencer) no Brasil.

Se você quiser enviar sugestões de pauta ou histórias para o projeto “Profissões em Pauta”, mande um e-mail para profissõesempauta.df@dabr.com.br. Sua participação é fundamental para o sucesso desse novo canal. Boa leitura!

 
 
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DESABAFO: Suzanne Richthofen: Secretária Executiva

14 de agosto de 2014 1 comentário

Eu não sou contra que um criminoso após cumprir sua pena seja reintegrado à sociedade. O que me revolta não é o fato de Suzanne sair da cadeia (apesar do crime horrendo) e ir trabalhar como Secretária Executiva. O que me revolta é o fato de ela sair da cadeia após 12 anos– sem ter experiência na área OU sem ter feito uma faculdade OU sem ter feito um curso técnico – e já ir trabalhar como Secretária Executiva?!?!?!?

 Ao contrário do que a sociedade como um todo pensa, quem se profissionaliza em Secretariado Executivo não o faz por falta de opção, ou por não ter capacidade de trabalhar em algo mais “complexo” (já ouvi isso- acreditem), ou para atender ao telefone ou servir café.

 Quem se profissionaliza na área, (não necessariamente quem cursa a faculdade de SE, pois muitas profissionais excelentes se formaram por anos de prática) estuda e estuda muito psicologia, direito, matemática, português, muitas línguas, informática, economia, sociologia, contabilidade, eventos, cerimonial, protocolo e etiqueta, e por aí vaí, e muitas dessas profissionais chegam a ganhar muito mais que médicos, advogados, etc.

 Hoje temos excelentes faculdades com ótimos cursos. Temos um registro profissional, finalmente já exigido na maioria das empresas. Temos vários profissionais de outras áreas desistindo de sua profissão para se tornar um secretário bem sucedido.

 Nós somos o elo dentro das empresas, nós precisamos saber tudo sobre a empresa, nós somos o pau pra toda obra, pois como eu sempre disse, se eu precisar varrer o tapete vermelho para o presidente passar eu vou fazê-lo, e mesmo assim estaremos sempre bem vestidas, elegantes e prontas para participar de reuniões executivas, projetos e colaborar para o crescimento da empresa.

 Nós temos mais regalias que muitos funcionários, pois somos as assessoras executivas que são o braço direito dos chefes e precisamos sempre acompanhá-los (apesar de muitas vezes por ignorância muitos colegas acharem que há “algo mais” por trás dessa relação, justamente pelo status que a secretária executiva tem – vaga na garagem, notebook, telefone, viagens, etc.

 Amo minha profissão, sou realizada e fico feliz por hoje termos um reconhecimento que há alguns anos não tínhamos. Mas ainda falta muito para que as pessoas nos enxerguem como profissionais de alto nível e capacitados. Falta termos um órgão de classe. Falta acabar com os cargos terceirizados e os órgãos públicos criarem concursos específicos para o Secretariado. Mas felizmente temos muitos conselhos, órgãos e sindicatos que não cansam de brigar por isso e aos pouquinhos vem tendo resultados.

 Enquanto isso, torço para que você executivo, não corra o risco de contratar a Suzanne. Não por ela ter sido uma criminosa. Mas por ela não ter o gabarito e experiência que sua empresa merece.

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Veja 10 expressões que não devem ser ditas durante a busca por emprego

13 de agosto de 2014 Deixe um comentário

 

Entrevista é o momento de usar palavras positivas e mostrar entusiasmo.

Candidatos devem evitar dizer palavrões, ‘odeio’ e ‘não sei’, diz site.

 

Pâmela Kometani Do G1, em São Paulo

 
Pessoas em busca de vagas no CPAT, o balcão de emprego da prefeitura de Campinas (Foto: Reprodução / EPTV)
 
Candidato deve ter alguns cuidados na hora de procurar emprego 
 
(Foto: Reprodução / EPTV)

Quando alguém fracassa em uma entrevista de emprego, será que o problema está no perfil ou em algo que o candidato disse? Com a grande competição no mercado, qualquer erro ou deslize pode custar a aprovação em um processo seletivo.

O Glassdoor, site norte-americano de carreiras, listou 10 palavras que não devem ser ditas por candidatos que estão procurando um novo emprego:

1) Não
Usar a palavra “não” em qualquer situação impacta negativamente na procura por um novo emprego. Os candidatos devem preferir palavras positivas enquanto buscam uma nova oportunidade e também durante a entrevista para mostrar seu entusiasmo e confiança.

2) “Hum…”
Embora a maioria das pessoas não perceba, usar palavras e expressões de ligação ou que servem para “encher” a frase passam a impressão de distração. Dessa forma, parece que o candidato está tentando fazer o recrutador parar de prestar atenção ao que é falado.

3) Meio que
Quando um recrutador pergunta ao candidato se ele tem alguma experiência, ele não pode responder “meio que sei como usar o Office”. É preciso responder “sim” ou “não”, e caso a resposta seja negativa, ele deve se mostrar disposto a aprender.

4) Você sabe
São palavras servem para “encher” o discurso e não ajudam o candidato a mostrar suas habilidades e a sua experiência. Para evitar essa expressão, o profissional deve ser conciso nas respostas e dizer exatamente o que pretende.

5) Odeio
Não importa o que o candidato faça, a palavra “odeio” não deve ser dita durante a procura por um novo emprego. Mesmo que o profissional tenha tido um chefe ou uma experiência de trabalho muito ruim, essa palavra não é a melhor para falar sobre o tema.

6) Desculpe
Não se deve dizer “desculpe” durante uma entrevista, a não ser que o candidato tenha feito alguma coisa acidentalmente, como esbarrar no recrutador.  A maioria dos entrevistadores não gostam de ouvir frases como “desculpe por ter chegado atrasado” ou “desculpe, não consegui encontrar o telefone das minhas referências”. Para evitar isso, os profissionais devem estar preparados para qualquer tipo de interação com o recrutador.

7) Eu não sei
Essa expressão passa a impressão de falta de segurança. Mesmo quando o entrevistador fizer uma perguntar que o candidato não souber como responder, ele deve dizer algo, certo ou errado.

8) O quê?
O uso frequente dessa expressão durante a entrevista faz o candidato parecer desinteressado e despreparado para ouvir. O candidato também não deve fazer perguntas que mostrem que ele não se preparou para a entrevista, como “Qual a melhor coisa desse emprego?”

9) Obcecado
Alguns candidatos podem utilizar essa palavra para tentar expressar sua paixão pelo que fazem, mas o adjetivo tem uma conotação mais negativa do que positiva. Em vez disso, ele pode dizer que é apaixonado por um projeto específico, e isso mostrará que ele tem entusiasmo por sua carreira.

10) Palavrões
Esta até pode parecer uma dica comum, mas muitos candidatos precisam se lembrar de que não podem falar palavrões ou gírias na entrevista. Eles são inapropriados, e usá-los pode custar a tão desejada vaga de emprego.

Fonte: http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2014/08/veja-10-expressoes-que-nao-devem-ser-ditas-durante-busca-por-emprego.html

 

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Perdeu o passaporte? Aprenda a lidar com esse e outros pesadelos de viagem

13 de agosto de 2014 Deixe um comentário

Perdeu o passaporte? Aprenda a lidar com esse e outros pesadelos de viagem

Marina Oliveira e Maísa Correia
Do UOL, em São Paulo

13/08/201407h05


Ainda que você planeje a sua viagem com meses de antecedência, alguns imprevistos podem acontecer. E a informação, nesses momentos, vale ouro. O UOL Viagem listou alguns problemas que nenhum turista está livre de enfrentar, dentro e fora do país, e indica a melhor maneira de lidar com eles.

Perder o passaporte no exterior
Se durante uma viagem internacional você se der conta de que o passaporte não está mais com você, a primeira coisa a fazer é procurar um Distrito Policial local para registrar a ocorrência. Feito isso, acesse o site Portal Consular (www.portalconsular.mre.gov.br), do Ministério de Relações Exteriores, para preencher o formulário on-line de solicitação de passaporte. Lá, você encontra, ainda, a lista de consulados e embaixadas brasileiras no exterior.

Você terá que ir a um deles com o B.O. e o protocolo de solicitação impresso. O valor da taxa é de US$ 80, no entanto, será cobrado o dobro, porque você não poderá apresentar o passaporte anterior, ou seja, US$ 160. O documento ficará pronto no prazo de sete a dez dias úteis.

Vale ter em mente que o passaporte será entregue como um novo, ou seja, sem os vistos que o anterior tinha, o que pode ser um problema, especialmente se a sua intenção for continuar a viagem a partir daquele destino. Por outro lado, se você quiser apenas voltar ao Brasil, e a sua passagem estiver marcada para antes do prazo estabelecido para a retirada do documento, você poderá solicitar uma ARB (Autorização de Retorno ao Brasil), documento gratuito fornecido pelo Consulado, que permite o deslocamento, sem problemas.

De segunda a sexta, das 8h às 20h, o Núcleo de Assistência a Brasileiros pode oferecer mais orientações pelo telefone (61 2030-8804/8803/ 8805) ou por e-mail (dac@itamaraty.gov.br).

Getty Images/Fuse

Sofrer um acidente ou precisar de um médico no exterior
Ter que assumir os custos com médicos em outros países pode arruinar o orçamento de qualquer um. Por isso, antes de sair do Brasil, o recomendável é contratar um serviço de assistência em viagem, o popular seguro viagem. Em alguns países, a contratação desse serviço é, inclusive, uma exigência para a entrada do turista. Na Europa, por exemplo, é preciso ter um plano com cobertura mínima de € 30 mil para assistência médica por acidente ou enfermidade; na Austrália e em Cuba, o valor mínimo é de US$ 10 mil.

Uma vez contratado o plano, basta ligar (a cobrar) para a Central de Atendimento da empresa contratada, ao perceber que precisa se consultar com um médico. Na ligação, informe o número do voucher. O atendente deverá passar a você o endereço do hospital da rede credenciada mais próximo ou, então, tomará as providências necessárias para enviar um médico até o local.

Medicamentos também podem ser reembolsados, mediante a apresentação de recibo e de outros documentos exigidos pelo plano – que mudam um pouco de empresa para empresa. O preço do seguro viagem varia de acordo com o local e com os serviços oferecidos. “Uma pessoa que vai ficar dez dias nos Estados Unidos poderá adquirir a assistência ao viajante pagando tarifas entre US$ 51 e US$ 227″, diz a gerente de assistência Renata Holanda, da Travel Ace Assistance.

Se a pessoa que precisa de um médico não puder fazer a ligação, um acompanhante deverá acionar a empresa contratada, tendo em mãos o número do voucher do seguro e os documentos de quem vai receber o atendimento. Em caso de acidente grave, a pessoa deve receber o atendimento imediato no local, com o médico disponível, e depois ligar para a Central de Atendimento, em até 24 horas, para informar o acontecido. A partir daí, será orientado sobre como agir.

Getty Images

Descobrir que não há vagas no hotel reservado
Antes de tudo, é preciso checar se houve falha na reserva ou se o hotel vendeu mais quartos do que realmente disponibiliza. O importante é carregar todos os documentos que comprovem a contratação do serviço. Em caso de constatação de overbooking, o estabelecimento será obrigado a acomodar o hóspede em um quarto de categoria igual ou superior.

Porém, caso você não consiga um quarto, ainda contará com a possibilidade de pedir o reembolso ao hotel ou à operadora de turismo que fez a reserva. “Se o problema não for resolvido, o viajante deverá fazer uma reclamação junto aos órgãos de Defesa do Consumidor ou, então, levar o caso ao Poder Judiciário”, diz Patrícia Dias, assessora técnica do Procon.

Perceber que a bagagem foi extraviada
Se na esteira rolante do aeroporto você perceber que a sua mala não chegou, será preciso comunicar imediatamente um funcionário da empresa aérea. Em caso de voo nacional, a empresa terá 30 dias para localizar a bagagem. Já em voo internacional, o prazo será de 21 dias. Segundo o Código de Defesa do Consumidor, a empresa é responsável por ressarcir qualquer prejuízo que o passageiro tenha com a bagagem.

“Por isso, é importante guardar as notas fiscais que comprovam os valores dos objetos que estavam na mala. A empresa responde pelo conteúdo que puder ser demonstrado, sem limites”, diz o advogado Joandre Antonio Ferraz, coordenador do setor jurídico do Sindetur/SP (Sindicato das Empresas de Turismo no Estado de São Paulo).

Getty Images

No caso de uma viagem de ônibus, o procedimento deverá ser o mesmo. Assim que perceber a falta da bagagem, tente avisar um funcionário da empresa. A viação tem a responsabilidade de arcar com os prejuízos do passageiro, mesmo que ele não tenha adquirido o seguro facultativo ao comprar a passagem.

Ser preso em outro país
Em caso de detenção no exterior, o brasileiro tem o direito de pedir para telefonar para a Embaixada ou Consulado brasileiro naquele país e receber orientações. A autoridade consular poderá informar os familiares do turista sobre o acontecido, mas não pagará fiança, exercerá defesa ou contratará advogado para ajudá-lo a se livrar da prisão. No entanto, é bom saber que alguns seguros de viagem, adquiridos antes do embarque, oferecem assistência jurídica e até um adiantamento do valor da fiança, caso um problema desse tipo aconteça.

Ser levado para a Sala da Imigração
De acordo com o advogado Joandre Antonio Ferraz, com exceção das pessoas que possuam ficha policial na Interpol (a Organização Internacional de Polícia Criminal), ou nos países de destino, o viajante só será chamado para a Sala de Imigração quando houver desconfiança sobre a intenção de permanência definitiva naquele local. Tendo isso em mente, ao viajar, procure carregar com você os endereços dos locais de hospedagem, dinheiro em espécie ou cartão de crédito internacional com limite compatível à duração da viagem. E, na conversa, adote sempre um tom respeitoso e mostre-se disponível para responder aos questionamentos feitos.

Considere, ainda, que portar o passaporte carimbado com o visto não garante a entrada automática no país. A decisão final sempre será da autoridade de imigração, que pode permitir ou não o acesso de um estrangeiro. 

 

Fonte: http://viagem.uol.com.br/noticias/2014/08/13/perdeu-o-passaporte-aprenda-a-lidar-com-esse-e-outros-pesadelos-de-viagem.htm

 

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Vaga Assistente Bilingue Embaixada da França

11 de agosto de 2014 Deixe um comentário

Bonne Chance!

 

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